
Relevância é a palavra mágica do mundo “internético”. São tantas informações, tantas possibilidades, tantas ferramentas, que em algum momento precisamos filtrar, escolhendo investir nosso tempo apenas no essencial.
Sim, todos concordam que a propaganda (seja a clássica na TV, ou a ação virtual mais moderna) precisa ser relevante para se destacar. Mas isso não vale também para você?
Vamos puxar de memoria alguns tipos de propaganda que merecem um #FAIL:
- Propaganda invisível: Acredite, é a mais comum. Pode ser na TV, quando um segundo depois de vista, já não é lembrada; em uma revista, onde você passa as páginas publicitárias rapidamente; ou na internet, onde ela está lá, mas é como se não estivesse.
- Propaganda ridícula: Sim, ela chama sua atenção. Mas não porque é descolada, e sim porque se presta ao ridículo. E não me venham com esse papo de “falem bem ou mal, mas falem de mim”. Propaganda serve pra fazer branding e gerar compra, e nenhum desses dois efeitos acontece quando as pessoas estão rindo DE VOCÊ.
- Propaganda mala: Ah, você sabe qual é… Aquela que fica se repetindo toda hora, enchendo sua paciência, trazendo apenas fatos pouco importantes. Quando ele passa na TV, dá vontade de desligar ou mudar de canal.
- Propaganda agressiva: É quase um soco na sua cara. Ela não fala com o público, ELA GRITA ATÉ CHAMAR SUA ATENÇÃO, COMO SE ESTIVESSE FALANDO O TEMPO TODO EM CAIXA ALTA. SEJA COM UM FILME DE 30 SEGUNDOS, OU NOS POP-UPS INUNDANDO SEU MONITOR, ELA SIMPLESMENTE IRRITA.
-Propaganda enganosa: Esse é o tipo mais complexo, difícil de desvendar. Algumas pessoas até acreditam, dão confiança. Mas se você parar pra analisar, vai ver que não é bem assim. Me incomodam particularmente aquelas que dizer “X% das pessoas sentiram a diferença” (todos sabem que o ser humano é facilmente influenciável), ou as que tem letras miúdas ilegíveis mesmo em uma TV de 50″.
Todas essas modalidades também estão presentes no mundo corporativo, e nas reuniões é mais fácil de notar. Sempre existe o cara que entra mudo e sai calado; o outro que só faz piadinha; aquele que só participa para atrapalhar; o que critica e ofende todo mundo; e até aquele que tem cara de eficiente, mas todo mundo desconfia que é um merda.
Visto isso tudo, reflita: será que sua atuação profissional (ou até mesmo no campo pessoal) não está tendendo para uma dessas modalidades acima? Será que você está sendo relevante para o seu público?
Não se desespere. Se você concluiu que a resposta é não, está jogando no time da maioria. Mas talvez faça sentido questionar sua postura, e pensar um uma onda de mudanças, antes que alguém ache que você não é importante. Porque você é.
Autoria de Lucas Couto, extraído da Casa do Galo.
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